Às vezes eu me pego pensando em como as coisas nascem na gente.
Não falo de ideias comuns — falo daquele tipo de visão que começa como um sussurro e vai crescendo, crescendo… até se tornar impossível de ignorar.
A Racrabbit nasceu assim.
Não como uma marca de roupas.
Não como um negócio.
Não como um produto.
Mas como uma lembrança.
Um despertar.
Um chamado para assumir a vida que você realmente quer viver — aquela que você sempre soube que estava aí dentro.
E se tem uma coisa que eu aprendi nos últimos anos é que as pessoas não estão procurando apenas roupas.
Estão procurando significado.
Propósito.
Um caminho para se reconectar com aquilo que é real, vivo, natural, silencioso e essencial.
Foi assim que tudo começou.
A sensação de estar vivo, de fato
Eu sempre fui apaixonado pela natureza.
Trilha, floresta, cheiro de madeira, silêncio, vento…
Há algo ali que devolve a alma para o corpo.
É como se o mundo lá fora fizesse barulho demais — e a gente esquecesse quem é no meio de tanto som.
A Racrabbit nasceu exatamente desse contraste.
O mundo grita, mas a natureza sussurra.
E o sussurro da natureza é sempre verdadeiro.
Um dia, caminhando no meio da mata, eu percebi que as coisas essenciais não têm pressa.
A árvore não tenta impressionar ninguém.
O rio não se força a ser profundo.
O vento não pede desculpas por soprar.
Tudo simplesmente é.
Tudo existe no seu próprio Eu Sou.
E eu pensei:
Por que nós, seres humanos, tentamos tanto ser qualquer outra coisa?
Vestir é mais profundo do que parece
A ideia da Racrabbit veio antes da roupa.
A roupa era só o símbolo — o portal.
Eu queria que as pessoas tivessem algo que funcionasse como um lembrete diário:
“Vista a vida que você acredita.
Vista sua própria natureza.
Vista o seu Eu Sou.”
A roupa na verdade nunca foi a peça principal.
A identidade é.
Racrabbit não é um coelho estilizado.
É um guardião.
Um símbolo de renascimento.
Um guia silencioso, astuto e curioso — como todo aquele que decide voltar para si mesmo.
Ele não te leva para a floresta apenas para caminhar.
Ele te leva para lembrar.
A marca nasce da filosofia
Eu nunca quis criar uma marca que fala mais do que vive.
Eu queria criar algo que ajudasse as pessoas a se enxergarem.
O coelho, a trilha, o vento, o minimalismo, o círculo que representa unidade e propósito…
tudo isso carrega uma intenção:
Simples é profundo.
Profundo é natural.
E natural é necessário.
A Racrabbit é sobre isso:
sobre viver no ritmo certo.
O ritmo da consciência, da natureza, do espírito — não o ritmo apressado da cultura.
A filosofia é simples:
• Cada pessoa tem sua trilha.
• Cada trilha tem seu tempo.
• E ninguém caminha sozinho se estiver disposto a caminhar com propósito.
O convite que eu realmente quero fazer
Quando alguém veste uma Racrabbit, para mim, é como se estivesse dizendo:
“Eu escolho viver desperto.”
“Eu escolho viver com intenção.”
“Eu escolho viver conectado à minha própria natureza.”
A roupa vira um lembrete.
Um símbolo.
Um compromisso silencioso que você faz com você mesmo.
Ela diz:
Antes de escrever sua história,
vista a história que você acredita que vai viver.
E eu acredito que é isso que falta no mundo hoje:
não mais coisas, mas mais consciência.
A verdadeira luxúria
Sabe qual é a definição de luxúria dentro da Racrabbit?
O equilíbrio entre desfrutar o presente e preparar o futuro.
Luxo não é exagero.
Luxo é consciência.
Luxo é viver o agora, sabendo que você está construindo algo maior.
A floresta é luxuosa.
O silêncio é luxuoso.
O ar puro é luxuoso.
A paz é luxuosa.
Tudo que o dinheiro não compra — mas a decisão compra.
A comunidade que eu vejo surgindo
Quando penso na Racrabbit, eu não penso só em roupas.
Penso em livros sendo escritos,
em trilhas sendo feitas,
em pessoas descobrindo talentos,
em famílias criando novas tradições,
em indivíduos encontrando propósito,
em criatividade se espalhando,
em liberdade sendo construída.
Eu vejo gente comum fazendo coisas extraordinárias.
Gente que decide não ser só espectador da própria vida.
Gente que escolhe o Eu Sou, não o “um dia quem sabe”.
A Racrabbit é para essas pessoas — e para quem está prestes a se tornar uma delas.
E agora, olhando para você…
Se eu pudesse te dizer uma coisa diretamente, seria isto:
Você não está buscando uma marca.
Você está buscando um espelho.
Algo que te lembre quem você é quando o mundo tenta te fazer esquecer.
Algo que te coloque no estado certo, na vibração certa, na consciência certa —
aquela que diz:
Eu sou.
Eu existo.
Eu escolho a minha trilha.
Eu estou vivo.
Eu estou desperto.
E se no meio desse caminho você vestir uma Racrabbit,
que ela seja só o símbolo externo de algo muito maior acontecendo dentro de você.
Porque, no fim das contas,
as roupas passam.
A moda muda.
Mas a consciência não.
E é a consciência que faz você caminhar.
É a consciência que faz você escolher.
É a consciência que faz você viver.
E a Racrabbit nasceu para isso:
para lembrar você da sua própria natureza.
A que sempre esteve aí.

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